Vida Monástica
O encontro com Jesus, acolhendo nele o Verbo vivo do Pai, é o coração da vocação da monja camaldolense. Ele é a fonte da qual brota a vida, o centro que a coordena em seus aspectos primários e a unifica em vista de seus objetivos.
Tornar-se fmonja significa, antes de tudo, percorrer um caminho de busca do Senhor e de conversão (conversio morum) que leva à harmonia interior no seguimento e na imitação de Jesus. Significa viver uma relação pessoal com o Pai, em união com Jesus, e inserir-se no fluxo dinâmico da caridade que fecunda a fraternidade com a efusão do Espírito Santo.
O lema clássico da tradição beneditina “Ora et labora” (oração e trabalho) guia os dias das monjas camaldolenses, estabelece os horários e determina os espaços próprios da comunidade:
Na tradição beneditina, a permanência no mosteiro (stabilitas – estabilidade) é uma regra geral baseada na profissão monástica. O voto monástico de “estabilidade” visa favorecer e expressar o compromisso perseverante da monja na dedicação completa a Deus.
A escolha do celibato pelo Reino de Deus, vivida em comunhão com as irmãs da comunidade, é o símbolo mais significativo da orientação radical de toda a existência para o Senhor.



